Melasma na gravidez: saiba como identificar, prevenir e tratar as manchas escuras na pele

A gravidez é um dos momentos mais marcantes da vida de uma mulher, mas também é um período em que o corpo passa por muitas mudanças visuais e hormonais. A alteração hormonal, associada a fatores como exposição solar excessiva e predisposição genética, pode levar ao aparecimento de manchas escuras e irregulares no corpo, em geral no rosto, conhecidas como Melasma.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o Melasma não tem uma causa definida, mas muitas vezes esta condição está relacionada ao uso de anticoncepcionais femininos, a hormônios e, principalmente, à exposição solar. A predisposição genética também influencia no surgimento desta condição.

Por que o Melasma pode aparecer na gravidez?

O Melasma não é uma condição da gravidez.

Vamos entender:

As alterações hormonais relacionadas à gravidez e ao desenvolvimento do bebê podem provocar o aparecimento ou agravamento de manchas marrons em vários pontos da pele, não somente no rosto, mas também no colo, pescoço e braços.  

Durante a gestação, os hormônios produzidos pela placenta, como a progesterona, estimulam a hiperpigmentação da pele. Essas alterações podem persistir por um período de quatro a seis meses após o término da gravidez. Assim, a hiperpigmentação tende a diminuir gradualmente após o parto, principalmente e mais rapidamente com o uso de fotoproteção constante.

Entretanto, cerca de 30% das mulheres permanecem com as manchas mesmo após um longo período, ocasionando no Melasma. Aproximadamente, 70% das mulheres com predisposição para o Melasma identificam as primeiras manchas durante essa fase, e terão que conviver com isso ao longo da vida.

O Melasma tem cura?

Embora alguns tratamentos sejam eficazes no manejo das manchas, infelizmente, os especialistas não falam em resolução definitiva do quadro. O melhor a fazer é prevenir o seu aparecimento a partir da proteção contra os raios solares com o uso de bloqueadores, bonés e viseiras, além de evitar, o máximo possível, a exposição ao sol, principalmente na gravidez.

Como prevenir o Melasma?

As manchas características da gestação costumam regredir após o nascimento do bebê, não necessitando de nenhuma intervenção médica ou cosmética. Já o Melasma não some sozinho e precisa de tratamento especializado.

Por isso, se quiser ir à praia ou praticar alguma atividade ao ar livre, é importante utilizar uma fotoproteção química (filtro solar) e uma mecânica (chapéu, roupas com filtro UV, sombrinha) para prevenir o problema.

Se você estiver grávida, o protetor solar deve ser utilizado diariamente (e reaplicado várias vezes ao longo do dia), inclusive em lugares fechados, para proteger da luz visível e artificial. Para aumentar a proteção, consulte o seu dermatologista sobre o uso da Vitamina C tópica durante a gestação, já que ela tem a função de potencializar a proteção da pele, neutralizando os radicais livres.

Os cuidados devem ser redobrados no verão:

Quem sofre com Melasma já sabe que, no calor excessivo e com maior exposição ao sol, as manchas da pele se agravam. Na gravidez, por conta da maior probabilidade de hiperpigmentação da pele, os melanócitos já sensibilizados pelos hormônios acabam recebendo um incentivo extra para trabalhar: os raios solares. Isso acaba agravando as manchas e ainda tornando as gestantes mais suscetíveis ao Melasma.  

Como tratar o Melasma?

De forma geral, o tratamento para uniformizar a pele e clarear as manchas do Melasma é realizado a partir do uso de cremes com ativos como ácido azelaico, ácido glicólico (em concentrações baixas), vitamina C pura e alguns derivados da soja para controlar a hiperpigmentação. No entanto, isso deve ser feito apenas com orientação médica, já que muitas substâncias adotadas para clarear a pele são prejudiciais ao desenvolvimento do bebê na gravidez.

O ideal é esperar a fase da amamentação passar para usar clareadores com ácidos mais potentes, como retinóico e hidroquinona, além de outros procedimentos como peeling, laser e microagulhamento.

Veja alguns dos tratamentos mais recomendados:

Ácidos: em sua maioria, são produtos considerados medicamentos e, por isso, vendidos em farmácias, na forma de creme, loção, gel, serum. Em geral, são produtos para uso noturno, devendo ser removidos pela manhã. Sua função é promover a renovação celular e estimular a formação de colágeno, além de facilitar a penetração, através da pele, de outros agentes com funções clareadoras. Devem sempre ser prescritos por um dermatologista, que explicará a forma correta de uso. Alguns ácidos não podem ser utilizados durante a gestação, por isso sempre consulte seu médico antes de aplicar.  

Proteção solar: os filtros solares são fundamentais no tratamento do Melasma. Um único dia de descuido pode colocar a perder os resultados obtidos com meses de uso de produtos clareadores. No dia a dia, quem tem Melasma deve repassar o filtro pelo menos 3 vezes ao dia (manhã, no almoço e meio da tarde), e deve ser reforçada durante a gestação e o aleitamento.

Peeling: são escamações da pele promovidas pelo uso de ácidos – no caso, de peeling químicos – ou por uso de objetos abrasivos como lixas e cristais, os peelings físicos. Esses procedimentos podem ser superficiais, médios ou profundos, conforme a camada da pele que a descamação atinge. Devem ser feitos com cautela e sempre indicados e acompanhados por um dermatologista. Não devem nunca ser usados como tratamento único para o Melasma e sim como coadjuvantes ao tratamento tópico domiciliar, feito com ácidos e clareadores.

Clareadores: em sua maioria, são considerados produtos cosméticos. Nessa categoria estão o arbutin, o ácido kojico, a vitamina C ou ácido ascórbico, o melawhite e skin whitening complex.  Há ainda a hidroquinona, um despigmentante mais potente que é considerado medicamento. Estes ativos podem ser usados em produtos combinados com os ácidos para aplicação noturna ou em produtos clareadores para serem usados durante o dia. Durante a gestação, alguns componentes são proibidos, como a hidroquinona. Os resultados são visíveis após, pelo menos, 3 meses de uso, e sempre aliados à proteção solar.

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